Sábado, 27 de Março de 1993, o São Paulo recebeu para um jogo amistoso o time espanhol do Sevilha. Três meses depois de sagrar-se campeão mundial no Japão em 1992 contra o Barcelona, o tricolor receberia as faixas de campeão neste amistoso que teria como adversário em campo um gênio do futebol mundial: Maradona, "El Pibe de Oro".
Mais de 50 mil torcedores tricolores ( entre estes eu estava lá ) tiveram o privilegio de ver em campo pelo Sevilha o camisa 10 da seleção Argentina. Pela primeira vez, Diego Armando Maradona colocou as chuteiras e entrou num gramado em São Paulo.
Mas a tarde era tricolor e de outro camisa 10: Rai, o terror do Morumbi !!!
O São Paulo de Rai, Cafu, Zetti e do mestre Telê Santana, passou por cima e sem dó do Sevilha de Maradona. Rai fez dois gols, um no primeiro tempo e outro de pênalti no segundo e sacramentou a vitoria do tricolor por 2 x 0. De Maradona, sobrou apenas uma bola na trave do goleiro Zetti no primeiro tempo.
Ao final da partida, Maradona se rendeu ao futebol do camisa 10 tricolor e também, num gesto de simplicidade, fez questão de dar os cumprimentos ao nosso mestre Telê Santana pelo futebol bonito e majestoso que o São Paulo vinha apresentando.
Eu posso dizer, estive lá e que recordar é viver !!!
Mais de 50 mil torcedores tricolores ( entre estes eu estava lá ) tiveram o privilegio de ver em campo pelo Sevilha o camisa 10 da seleção Argentina. Pela primeira vez, Diego Armando Maradona colocou as chuteiras e entrou num gramado em São Paulo.
Mas a tarde era tricolor e de outro camisa 10: Rai, o terror do Morumbi !!!
O São Paulo de Rai, Cafu, Zetti e do mestre Telê Santana, passou por cima e sem dó do Sevilha de Maradona. Rai fez dois gols, um no primeiro tempo e outro de pênalti no segundo e sacramentou a vitoria do tricolor por 2 x 0. De Maradona, sobrou apenas uma bola na trave do goleiro Zetti no primeiro tempo.
Ao final da partida, Maradona se rendeu ao futebol do camisa 10 tricolor e também, num gesto de simplicidade, fez questão de dar os cumprimentos ao nosso mestre Telê Santana pelo futebol bonito e majestoso que o São Paulo vinha apresentando.
Eu posso dizer, estive lá e que recordar é viver !!!
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